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<title>Atlantis Online</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br</link>
<description>Portal de Vagas e Profissionais do estado de Rondônia</description>
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<title>01.2.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br/novidade.asp?nov=609</link>
<description>Ariquemes, Rondônia sábado, 4 de fevereiro de 2012<br /><br />01.2.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES<br /><br />Tenho me surpreendido com as pessoas de forma geral e tenho aprendido que para conviver em harmonia é necessário aceitar as pessoas como elas são e aprender a respeitar, saber ouvir e colaborar sem esperar nada em troca. Mesmo consciente que as pessoas que amamos iram nos ferir, mas preciso aprender que o mundo não pode ser feito de ilusão, ou só de bons ou maus momentos. Está semana (03/01/2012) tive há oportunidade de estar reunido com a família da instituição Creche Moranguinho onde através de um convite desenvolvi uma palestra motivacional com temas relacionados à família, sociedade e ao trabalho. O trabalho foi desenvolvido em um ambiente agradável e de grande receptividade por partes dos participantes onde tive a felicidade de poder passar minha experiência de vida e transmitir algumas mensagens que poderão influenciar em suas vidas diárias e a maior recompensa deste grande desafio é acreditar e ter a certeza que atitudes, compromissos, responsabilidades e transformação dependem unicamente de nós. <br /><br />Alexandre Fernandes</description>
<pubDate>4/2/2012 12:09:03</pubDate>
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<title>15.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br/novidade.asp?nov=608</link>
<description>Ariquemes, Rondônia quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012<br /><br />15.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES<br /><br />Que a justiça seja feita e que eu possa ser um dos condenados a viver com está culpa pelo resto de minha vida. (Entenda o motivo) Você já ouviu ou leu o poema “O Menestrel”? Acesse (http://www.youtube.com/watch?v=vlLh8K6FF8A) Desde o primeiro momento que tive há oportunidade de ouvir e conhecer este magnífico poema passei a refletir e usar cada poema como uma referência de vida. E em busca de maiores informações sobre este poema tive a surpresa de que o poema não pode haver legitimidade do autor Dramaturgo e poeta inglês, William Shakespeare. É uma questão polêmica, pois na verdade pode ser um texto nascido de uma modificação e alongamento da tradução dos versos do poema da poetisa inglesa Veronica Shoffstall denominado “After a While” (“Depois de um tempo”). Diante desta situação tão polêmica restam-me duas opções: Continuar em busca de uma resposta definitiva ou continuar vivendo as incríveis e fantásticas frases do poema “O Menestrel”.  Como diria o próprio William da peça A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, “Ser ou não ser, eis a questão” Mesmo diante desta dúvida cruel, farei das Crônicas de Atlantis a minha visão, interpretação e pensamento há cada frase deste poema. Primeira frase do poema “O menestrel” - Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. Interessante a forma que o autor expressa está frase e vejo que o fato de ajudar o nosso semelhante não dá o direito de obrigação e submissão. A prática de ajudar sem exigir nada em troca, deveria ser uma constante em nossas vidas, precisamos aprender há deixar os interesses materiais ou pessoais distante das verdadeiras necessidades diárias.<br /><br />Alexandre Fernandes<br /></description>
<pubDate>1/2/2012 09:24:06</pubDate>
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<title>14.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br/novidade.asp?nov=607</link>
<description>Ariquemes, Rondônia sexta-feira, 27 de janeiro de 2012<br /><br />14.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES<br /><br />Sempre fui um entusiasta (Adjetivo - en.tu.si.as.ta que se dedica vivamente a alguma coisa, ou por ela se exalta, se toma de arrebatamento, se entusiasma) por atitudes de coragem, atos de responsábilidades, superações, motivações etc. Nas minhas pesquisas por novas experiências tive há oportunidade de conhecer e assistir um dos filmes de superação que realmente merece meus elogios. Veja a sinopse (Substantivo - si.nop.se feminino resumo, síntese;) deste filme – HOMENS DE HONRA Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.) veio de uma humilde família negra, que vivia em uma área rural em Sonora, Kentucky. Ainda garoto, no início dos anos 40, já adorava mergulhar, sendo que quando jovem se alistou na Marinha esperando se tornar um mergulhador. Inicialmente Carl trabalha como cozinheiro que era uma das poucas tarefas permitidas a um negro na época. Quando resolve mergulhar no mar em uma sexta-feira acaba sendo preso, pois os negros só podiam nadar na terça-feira, mas sua rapidez ao nadar é vista por todos e assim se torna um "nadador de resgate", por iniciativa do capitão Pullman (Powers Boothe). Quando Brashear solicita a escola de mergulhadores encontra o comandante Billy Sunday (Robert De Niro), um instrutor de mergulho áspero e tirânico que tem absoluto poder sobre suas decisões. No princípio Sunday faz muito pouco para encorajar as ambições de Brashear e o aspirante a mergulhador descobre que o racismo no exército é um fato quando os outros aspirantes brancos - exceto Snowhill (Michael Rapaport), que por isto foi perseguido por Sunday - se negam a compartilhar um alojamento com um negro. Mas a coragem e determinação de Brashear impressionam Sunday e os dois se tornam amigos quando Brashear tem de lutar contra o preconceito e a burocracia militar, que quer acabar com seus sonhos de se tornar comandante e reformá-lo. (Veja o trailler http://www.youtube.com/watch?v=9DstlHZfKcU). Quantas pessoas você realmente conhece com atitudes de superação e que tenha coragem suficiente de enfrentar seus desafios, superar seus limites e assumir suas responsabilidades, se você está pensando então não se assuste, pois realmente é difícil lembrarmos rapidamente de pessoas com estás atitudes. E estás atitudes que hoje se torna um dos maiores desafio do mercado de trabalho. Encontrar pessoas com atitudes e comprometida com o ambiente profissional. O mercado de trabalho está cheio de pessoas que não investem em capacitação, que ainda não se identificam profissionalmente e que perdem as oportunidades por falta de credibilidade em si própria. “O pior naufrágio é o barco que não sai do porto”<br />Alexandre Fernandes<br /></description>
<pubDate>27/1/2012 10:26:48</pubDate>
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<title>13.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br/novidade.asp?nov=606</link>
<description>Ariquemes, Rondônia quinta-feira, 26 de janeiro de 2012<br /><br />13.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES<br /><br />Desde menino fui encantado com a natureza, e busco aprendizado e inspiração na escola da natureza, onde aprendo a me organizar como as abelhas, trabalhar em equipe como as formigas, aprendendo a ter paciência ao ver o crescimento de uma castanheira, poder sonhar e voar como um passarinho, etc. Sendo assim, sempre procuro passar para as pessoas as lições que há natureza me ensina.<br /><br />Esta é a história de duas criaturas de Deus, que viviam numa distante floresta, há muitos anos atrás. <br /> Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas, aproximaram-se e criaram um elo.<br /> A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta, enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue a natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta, e a partir daí sua liberdade foi cerceada (tirar a liberdade de andar a pêlo nu).<br /> A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.<br /> Assim, todo o dia ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.<br /> Entre um e outro, ela optava por esquecer o coice e guardar dentro de seu coração, o sorriso.<br /> Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto, por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível, por ser ela uma criaturinha tão frágil.<br /> Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.<br /> Vieram outras manhãs, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.<br /> Resolveu então, sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho, onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado deitou-se embaixo de uma árvore. Logo em seguida, um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.<br /> - Eu sou o cavalinho do cabresto e estou à procura de uma borboleta que sumiu.<br /> - Ah, é você então, o famoso cavalinho?<br /> - Famoso, eu?<br /> - É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga, e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta você está procurando?<br /> - É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoava a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.<br /> - Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo?<br /> Ela morreu e já faz muito tempo.<br /> - Morreu? Como foi isso?<br /> - Diz que ela conhecia aqui na floresta um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.<br /> Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.<br /> Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.<br /> - Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste, sucumbiu e morreu.<br /> - E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?<br /> - Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:<br /> "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema, que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega em seu dorso um cabresto, então será cansativo demais para ele vir até aqui."<br />REFLEXÃO: Você pode até aceitar os coices que lhe derem, quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.<br />Quanto ao cabresto, não culpe ninguém por isto, afinal, muitas vezes foi você mesmo que o colocou no seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.<br /><br />Queridos amigos! Nunca coloque as culpas em ninguém pelo fardo que é seu, e lembre-se que podemos amar pessoas assim, mas chega um momento que as feridas não irão mais cicatrizar.<br /><br />Alexandre Fernandes<br /></description>
<pubDate>26/1/2012 09:39:09</pubDate>
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<title>12.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES</title>
<link>http://www.atlantisonline.com.br/novidade.asp?nov=605</link>
<description>Ariquemes, Rondônia quarta-feira, 25 de janeiro de 2012<br /><br />12.1.2012 CRÔNICAS DE ATLANTIS por ALEXANDRE FERNANDES<br /><br />Há alguns tempos atrás eram comuns os pais, parentes e pessoas conhecidas perguntar o queríamos ser quando formos adultos, conforme a região alguns tinha em seu projeto de vida oferecer préstimos a sociedade como padre, e os que almejavam maiores pretensões no futuro arriscavam em citar a idéia de ser médico. Tive há oportunidade de conhecer regiões com limitações de oportunidades que quando nascia uma criança, as mães já previam o seu futuro “Há meu filho quando crescer vai trabalhar na Sadia” (Região de Toledo, Paraná). Incrível, mas era mais fácil você decidir o seu futuro na época anterior do que tenho presenciado na atual geração. Tenho há oportunidade de conhecer jovens de todas as idades de 8 a 80 anos e tenho me preocupado com a falta de decisão dos seus futuros. É comum ouvir das pessoas quando pergunto o que você deseja como objetivo profissional e ouço a seguinte resposta: Não sei, qualquer coisa serve. E fico me questionando, o que acontece nesta nova geração. Porque diante de tantas oportunidades e ainda vemos pessoas com dificuldade de se identificar profissionalmente. Tenho conhecido cidades que tem bons cursos, boas instituições educacionais e grandes, médias e até pequenas empresas que geram grandes oportunidades de trabalho e tenho ouvido o mesmo questionamento; Como é difícil encontrar profissionais qualificados, comprometido com a empresa e que tenha um bom relacionamento em grupo. Tive há oportunidade de participar da palestra realizada com Daniel Godri Junior e em uma oportunidade fiz a seguinte pergunta: “Daniel, como o mercado de trabalho vem solucionado a dificuldade de encontrar profissionais qualificados em outros estados.” Diante desta pergunta ele respondeu: “As empresas oferecem cursos e treinamento como alternativa de manter e qualificar melhores seus colaboradores.” Diante desta resposta chego à seguinte conclusão: Precisamos investir em nossa qualificação profissional, precisamos nos identificar com nossos trabalhos, precisamos valorizar as oportunidades e precisamos ter coragem de mudar.<br /><br />Alexandre Fernandes<br /></description>
<pubDate>25/1/2012 10:23:44</pubDate>
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