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CRÔNICAS DE ALEXANDRE FERNANDES Publicado em: 27/9/2018
  • Categoria: CRÔNICAS

CRÔNICAS DE ALEXANDRE FERNANDES

 

Teatro, últimos capítulo de uma novela

 

            Para quem é residente em Ariquemes, em especial os pioneiros, certamente acompanhou toda a história do terreno onde está sendo construído o Teatro Municipal de Ariquemes. Aliás, alguém sabe informar o nome de batismo do teatro? O Teatro Estadual construído em Porto Velho sem chama, Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia e o de Ariquemes será batizado com qual nome? Façam as suas apostas.

            Mas como poderíamos analisar a retomada da construção do Teatro Municipal de Ariquemes que após longa espera, por coincidência ou milagre, bem no período eleitoral e de última gestão de governo, obras inacabadas retornam com força. Tal exemplo cito o Hospital do Governo que teve as comemorações e promessas e está abandonada. O que restou além das bases, foi a placa de inauguração que por um milagre, ainda se encontra no mesmo local.

            Se não bastasse o milagre da obra, além do teatro, o quase invisível prédio do Fórum, de forma discreta, vem tomando a sua forma. Bem, o que importa neste momento é que aparentemente as obras serão concluídas. Estou citando duas obras importante que é o que mais chamam a atenção no município.

            E para minha surpresa, tive a notícia que o terreno onde seria construído o prédio da Caixa Econômica Federal, possivelmente será construído o prédio da Defensoria Pública.

            Mas voltando as obras do teatro, fica a me perguntar, quem irá manter o prédio diante de sua grandiosidade. Governo Federal, Estadual ou municipal. Acredito que o município não possa ter interesse em manter uma obra que tem um alto custo e que a cultura da sociedade ainda está longe de algo de se orgulhar quando se trata de ter paixão por grandes espetáculos ou obras teatrais.

            Exemplo se dá pela Biblioteca Pública que não vê investimento e melhorias a longas datas. E se falar de outro personagem histórico é o museu Rondon no Bairro Mal Rondon. E sem deixar de comentar, o Centro Cultural Lidio Sohn, que também não escapa dos acervos dos “abandonados”, temos que realmente nos preocupar com estes prédios culturais, afinal se não respeitam nem os pioneiros em seus lares eternos (cemitérios) quem dirá patrimônios públicos que não elegem velhas raposas.

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