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09.06.2018 Crônicas de Alexandre Fernandes Publicado em: 9/6/2018
  • Categoria: JUNHO

09.06.2018

Crônicas de Alexandre Fernandes 

Rodovias, a beira do caos


Quem já teve a oportunidade de viajar a passeio ou a trabalho com certeza já deve ter percebido que as rodovias brasileiras estão longe de ser modelo para o mundo. Aliás, é um modelo de como usar as malhas viárias para possíveis desvio dos erários públicos ou é a certeza de que nossos engenheiros tem muito o que aprender ou não sabem lidar com tamanho problema. Mas tenho certeza que não é culpa deste grandes profissionais, pois certamente se depende-se deles, teríamos orgulho em rodar em rodovias de primeiro mundo.


105.814 quilômetros de rodovias asfaltadas é apontada pela pesquisa CNT (Confederação Nacional de Transportes) e pesquisas recentes apontam que 77% das rodovias apresentam problemas nas malhas viárias inviabilizando o transporte, causando danos mecânicos, perda parcial ou total dos veículos, sequelas graves e irreversíveis e vítimas fatais.


Rondônia está entre uma das rodovias com situação crítica e que há anos não consegue regularizar toda a situação precária que se encontra. Buracos, falta de sinalização, recapeamentos são uma das deficiências. Famílias já perderam as suas vidas, condutores e passageiros sofreram lesão leves, médias e gravíssimas e milhões são aplicados na saúde para tratamentos das vítimas. 


A BR 364 em Rondônia é conhecida como a BR da morte pelos altos índices de acidentes, mas ficamos com a seguinte dúvida? A culpa é do governo que não soluciona definitivamente com pavimentação de qualidade ou a cultura brasileira ainda precisa ser melhorada a ponto de obedecer as regras de trânsito e tornar-se mais prudente e consciente.


Quem sabe o Brasil aprende com a paralisação do caminhoneiros e pense na possibilidade de promover uma nova manifestação em prol das melhorias nas rodovias. Músicas inspiradoras, filmes e novelas já foram produzidas com diversos temas, romances, aventuras, documentários, histórias etc. Pensando bem acho que o povo brasileiro gosta mesmo é de vencer etapas e no final da viagem cantam um dos refrãos da música “Dança da cordinha” do grupo musical “É o tchan” Vai, vai, vai passando - Vai, vai, vai que eu também vou - Essa aí passou, essa aí passou, essa aí passou.

  

 

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